Estava na sala de aula, de Gestão Pública, Unipampa e adorei um comentário feito por um colega destacando que devemos fazer as nossas escolhas, independente da maneira de como as pessoas agem ao nosso redor. Gritos, pressões, força, convicções alheias... devem ser consideradas sim, mas para conhecimento, não para decisões. SOMOS DONOS DO NOSSO PRÓPRIO DESTINO!
Para ilustrar:
O colunista Sydney Harris conta uma história em que acompanhava um amigo numa banca de jornais.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo de Harris sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
“- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
“- Sim, infelizmente é sempre assim…”
“- E você é sempre tão polido e amigável com ele?”
“- Sim, sou.”
“- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?”
“- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.”…
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(John Powell, S.J.)

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